O que aconteceu
A Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) anunciou sua participação na 4ª edição do Congresso Brasileiro Mulheres da Energia. O evento, que ocorrerá em 25 de agosto, no Teatro Santander, em São Paulo, terá como um dos destaques o painel “Amazônia – Histórias reais que inspiram”.
Este painel será mediado por Zilda Costa, vice-presidente da ABGD, e reunirá lideranças femininas para debater a atuação das mulheres na transição energética brasileira, com foco especial nos territórios da Amazônia Legal. Entre as convidadas estão Régia Moreira Leite (IMPRAM), Daniela Gomes Pinto (Fundação Mott), Milena Rosa (Schneider Electric), Patrícia Cristinna (engenheira e comunicadora), Valcléia Lima (superintendente de desenvolvimento sustentável de comunidades) e Jussara Salgado (Projeto Saúde e Alegria).
O que muda
O Congresso reforça a importância de vozes femininas na construção de um setor elétrico mais sustentável e inclusivo. A discussão sobre a Amazônia, em particular, busca trazer à tona experiências de mulheres que lideram transformações em contextos desafiadores, contribuindo para soluções que respeitem a diversidade social, ambiental e cultural da região.
As contribuições do evento também serão fundamentais para a elaboração da Carta das Mulheres da Energia para a COP30, documento que será entregue na conferência global do clima, agendada para 2025 em Belém.
Quem é afetado
Este congresso interessa a profissionais e empresas do setor energético, especialmente aquelas que buscam diversidade e inclusão em suas equipes, além de soluções inovadoras para a transição energética. Produtores rurais e comunidades da Amazônia Legal, indiretamente, podem se beneficiar das discussões sobre desenvolvimento sustentável e das políticas que surgirem a partir desses debates.
Para quem paga a conta de luz, as discussões sobre uma transição energética justa e inclusiva podem, a longo prazo, impactar na matriz energética do país, potencialmente levando a um sistema mais eficiente e sustentável.
Por que isso importa
A participação feminina no setor de energia é crucial para trazer novas perspectivas e abordagens para os desafios existentes. Ao focar na Amazônia, o congresso destaca a intersecção entre energia, meio ambiente e desenvolvimento social, temas de grande relevância para o futuro do Brasil.
A elaboração da Carta das Mulheres da Energia para a COP30 demonstra o compromisso do evento em gerar impacto concreto nas políticas climáticas e energéticas nacionais e globais.
Visão LZ7
Na LZ7 Energia, acreditamos que a diversidade de pensamento e a inclusão são pilares para a inovação e o avanço do setor de energia solar e renováveis. A iniciativa de reunir lideranças femininas para debater a transição energética, com foco na Amazônia, é um passo fundamental para construir um futuro mais equitativo e sustentável. A valorização dessas vozes é essencial para o desenvolvimento de soluções que atendam às necessidades de todos os brasileiros.
O que acompanhar agora
É importante acompanhar as conclusões e os desdobramentos do 4º Congresso Brasileiro Mulheres da Energia, especialmente as propostas que serão incluídas na Carta das Mulheres da Energia. A implementação dessas ideias poderá influenciar políticas públicas e investimentos no setor de energia, com reflexos diretos na geração distribuída e na matriz energética nacional.
