Um novo levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira, 25 de agosto de 2026, aponta que o ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), teria chances de vencer as eleições para o governo do estado fluminense já no primeiro turno, caso a votação ocorresse na data da pesquisa. O estudo detalha as intenções de voto em dois cenários distintos, além de apresentar os índices de rejeição dos candidatos.
Cenário Eleitoral no Rio de Janeiro
De acordo com a pesquisa, Eduardo Paes lidera com folga em ambos os cenários apresentados. No primeiro, Paes registra 44,5% das intenções de voto. O deputado estadual Douglas Ruas (PL) aparece em segundo lugar, com 15,5%. Anthony Garotinho figura com 11,6%, seguido por André Marinho, que alcança 3,1%. Cyro Garcia tem 2,9%, Coronel Busnello 2,3%, Juliete e William Siri empatam com 1,3% cada, e Luan Monteiro registra 0,4%. A soma de votos nulos, brancos e nenhum chega a 10,9%, enquanto 6,3% dos entrevistados não souberam ou não opinaram.
Em um segundo cenário, com algumas variações nos candidatos, Eduardo Paes amplia sua vantagem, atingindo 48,3% das intenções de voto. Douglas Ruas também cresce, chegando a 18,6%. André Marinho aparece com 3,8%, Cyro Garcia com 3,6%, Coronel Busnello com 2,7%, William Siri com 1,6%, Juliete com 1,4% e Luan Monteiro com 0,8%. Neste cenário, os votos nulos, brancos e nenhum somam 12,6%, e 6,8% dos eleitores não souberam ou não opinaram.

Detalhes da Pesquisa e Metodologia
A Paraná Pesquisas realizou 1.600 entrevistas em 58 municípios do estado do Rio de Janeiro, entre os dias 22 e 24 de agosto de 2026. A margem de erro estimada para o levantamento é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um grau de confiança de 95%. O estudo está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RJ-02422/2026. O custo da pesquisa foi de R$ 45.000, financiado com recursos próprios da Paraná Pesquisas.
Rejeição dos Candidatos
Além das intenções de voto, a pesquisa também aferiu o índice de rejeição dos candidatos. Anthony Garotinho lidera neste quesito, sendo rejeitado por 40,3% dos eleitores. Eduardo Paes, apesar de sua alta popularidade, registra uma rejeição de 25,3%. Os demais candidatos apresentam os seguintes índices de rejeição: Cyro Garcia com 13,5%, Douglas Ruas com 12,6%, Coronel Busnello com 11,1%, Juliete com 8,3%, André Marinho com 7,9%, William Siri com 7,8% e Luan Monteiro com 7,2%. Um percentual de 6,1% dos entrevistados afirmou que poderia votar em todos os candidatos, enquanto 14,8% não souberam ou não opinaram sobre a rejeição.

Contexto e Ferramentas de Análise
O veículo de origem, Poder360, oferece aos seus assinantes um 'Agregador de Pesquisas', que reúne milhares de levantamentos de intenção de voto de diversas empresas desde o ano 2000. Durante o período eleitoral de 2026, os dados mais recentes estão acessíveis a todos os leitores. Para acessar estudos de anos anteriores e outros produtos do Poder360, é necessário assinar o 'Drive'. O portal também informa que, em anos eleitorais, apenas são publicados estudos com registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa conhecida.
O Poder360 convida a quem tiver pesquisas para divulgar a enviar a íntegra por e-mail para [email protected].
Adicionalmente, o veículo produz o 'PoderDataCast', um podcast focado no debate de pesquisas eleitorais e de opinião pública. Comandado pelo editor de Pesquisas, Jonathan Karter, o programa é transmitido ao vivo todas as quintas-feiras, às 18h30, no canal do Poder360 no YouTube.
O que isso significa para a região
Embora a pesquisa se concentre no cenário eleitoral do Rio de Janeiro, os resultados de grandes centros urbanos e estados populosos como o Rio reverberam em todo o país, influenciando o debate político e as estratégias de campanha em outras regiões. A eleição de um governador no Rio de Janeiro com forte apoio popular pode sinalizar tendências políticas que se manifestam em outros estados, incluindo o Paraná. O desempenho de candidatos de diferentes espectros políticos e a adesão do eleitorado a determinadas propostas servem como um termômetro para o cenário nacional, que indiretamente afeta a economia e o desenvolvimento de todas as unidades federativas, inclusive o Norte Pioneiro.
Leitura da LZ7 Energia
A estabilidade política e a gestão eficiente de grandes estados como o Rio de Janeiro são cruciais para o ambiente de negócios e o desenvolvimento de infraestrutura em todo o Brasil. Políticas públicas bem planejadas, especialmente aquelas que incentivam a inovação e a sustentabilidade, podem atrair investimentos e gerar empregos. No setor de energia, um governo alinhado com a transição energética e o fomento a fontes renováveis, como a solar, pode criar um ambiente mais favorável para empresas como a LZ7 Energia. A previsibilidade e a segurança jurídica, resultantes de um processo eleitoral claro e de uma gestão competente, são fatores que impactam diretamente a capacidade de investimento e expansão de projetos de energia solar, beneficiando indiretamente o crescimento econômico e a oferta de energia limpa em regiões como o Norte Pioneiro do Paraná.
Fonte: Poder360 — Nacional — matéria original publicada em poder360.com.br. Imagens e vídeos: Poder360 — Nacional. Texto apurado e reescrito pela redação da LZ7 Energia.