A comunidade do Norte Pioneiro do Paraná, especialmente em Santo Antônio da Platina, se despediu neste domingo, dia 11 de outubro, do juiz de Direito Paulo Guilherme Ribeiro da Rosa Mazini, que faleceu aos 52 anos. O magistrado, que residia e trabalhava em Curitiba, capital paranaense, foi vítima de um infarto fulminante neste sábado, dia 10. Ele enfrentava cardiopatias, conforme informações divulgadas, e sua partida repentina causou grande consternação entre familiares, amigos e colegas de profissão.
A notícia do falecimento foi recebida com pesar pela Associação dos Magistrados do Paraná (AMAPAR), que emitiu uma nota de condolências. Paulo Guilherme Ribeiro da Rosa Mazini deixou um filho de 16 anos. Sua ligação com Santo Antônio da Platina era profunda, sendo filho de Mazini, que atuou por muitos anos no Banco do Brasil da cidade. Além disso, era primo de Marcelo, filho do saudoso professor platinense Oriba, conhecido por sua atuação na área de Contabilidade na região. A família Mazini possui raízes históricas e respeitadas no município, o que tornou a despedida ainda mais sentida pela população local.
Um adeus em duas etapas: velório em Curitiba e Santo Antônio da Platina
As cerimônias de despedida do juiz Paulo Guilherme Ribeiro da Rosa Mazini foram organizadas em duas etapas, permitindo que colegas de Curitiba e familiares do Norte Pioneiro pudessem prestar suas últimas homenagens. O primeiro velório ocorreu na capital paranaense, no sábado, dia 10 de outubro, na capela do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). Este momento foi dedicado principalmente aos colegas magistrados, servidores do judiciário e amigos que conviviam com Paulo Mazini em seu ambiente de trabalho e residência.
Após a cerimônia em Curitiba, o corpo do magistrado foi transladado para Santo Antônio da Platina, sua cidade natal e de origem familiar. Na sequência, o velório prosseguiu na capela do Grupo Vitoriana (Funerária Vitoriana Ltda.), localizada na Rua Marechal Deodoro da Fonseca, número 582, no centro da cidade. A Funerária Vitoriana, um tradicional estabelecimento da região, disponibilizou suas instalações para receber amigos e familiares, que puderam se despedir do juiz durante a noite de sábado e a madrugada de domingo. Para informações adicionais, o contato telefônico da funerária é (43) 3534-2605.

O sepultamento no Cemitério São João Batista
O sepultamento de Paulo Guilherme Ribeiro da Rosa Mazini aconteceu na manhã deste domingo, dia 11 de outubro, em Santo Antônio da Platina. A cerimônia final foi realizada no Cemitério São João Batista, um dos principais campos-santos da cidade. O cortejo fúnebre contou com a presença de um grande número de pessoas, incluindo familiares, amigos, autoridades locais e membros da comunidade que conheciam o juiz e sua família.
A escolha de Santo Antônio da Platina para o sepultamento reforça a forte conexão do magistrado com a cidade, onde seus laços familiares e de infância foram estabelecidos. A presença de tantos enlutados demonstra o respeito e o carinho que Paulo Mazini conquistou ao longo de sua vida, tanto em sua carreira jurídica quanto em suas relações pessoais. O Cemitério São João Batista, palco de tantas despedidas na história do município, agora guarda a memória de mais um de seus filhos ilustres.
A Associação dos Magistrados do Paraná (AMAPAR) lamentou o falecimento do juiz de Direito, Paulo Guilherme Ribeiro da Rosa Mazini.
Legado e trajetória profissional
Paulo Guilherme Ribeiro da Rosa Mazini dedicou sua vida ao Direito, exercendo a magistratura e contribuindo para a justiça no estado do Paraná. Embora o material não detalhe sua trajetória profissional completa, o fato de ter atuado como juiz de Direito e residir em Curitiba indica uma carreira consolidada e respeitada dentro do Poder Judiciário paranaense. A menção de sua atuação anterior em Santo Antônio da Platina, mesmo que por meio de laços familiares, sugere uma conexão duradoura com a região.
Sua partida precoce, aos 52 anos, interrompe uma carreira que certamente ainda teria muito a oferecer à sociedade. A memória de Paulo Mazini será preservada não apenas por sua família e amigos, mas também por aqueles que tiveram a oportunidade de trabalhar ao seu lado ou de se beneficiar de sua atuação como magistrado. A AMAPAR, ao lamentar sua perda, reconhece a importância de sua contribuição para a magistratura paranaense.
O que isso significa para a região
A morte de Paulo Guilherme Ribeiro da Rosa Mazini representa uma perda significativa para a comunidade jurídica do Paraná e, em particular, para o Norte Pioneiro. Sua família, com raízes profundas em Santo Antônio da Platina, é parte integrante da história e do tecido social da cidade. A presença de um filho da terra que alcança uma posição de destaque como juiz de Direito é motivo de orgulho para a região, e sua partida gera um sentimento de luto coletivo.
Eventos como este reforçam os laços comunitários e a importância das relações familiares e de vizinhança que caracterizam o Norte Pioneiro. A mobilização para as cerimônias de velório e sepultamento, tanto em Curitiba quanto em Santo Antônio da Platina, demonstra o respeito e a estima que o magistrado conquistou. A memória de Paulo Mazini, com sua trajetória de vida e profissional, permanecerá como um exemplo para as futuras gerações da região, inspirando-as a buscar o conhecimento e a servir à sociedade.
Fonte: NP Diário — Norte Pioneiro — matéria original publicada em npdiario.com. Imagens e vídeos: NP Diário — Norte Pioneiro. Texto apurado e reescrito pela redação da LZ7 Energia.
