Um levantamento recente da Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira, 21 de agosto, revela o cenário da corrida eleitoral para o Senado no Rio Grande do Sul. A ex-deputada Manuela d’Ávila (PSol) aparece na liderança isolada, concentrando 33,6% das intenções de voto. A disputa pela segunda vaga, no entanto, mostra um quadro de acirrado empate técnico entre três candidatos, indicando uma eleição com resultados imprevisíveis para a composição da bancada gaúcha no Senado.
Manuela d'Ávila na Dianteira
Manuela d'Ávila consolidou sua posição como a principal candidata na preferência do eleitorado gaúcho para uma das cadeiras no Senado. A pesquisa aponta um crescimento significativo em sua base de apoio, com um aumento de 2,9 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior. Esse avanço permitiu que a ex-deputada abrisse uma vantagem considerável de 6,7 pontos percentuais sobre o segundo colocado, distanciando-se do pelotão que disputa a vaga restante.
Empate Técnico pela Segunda Vaga
A briga pela segunda vaga ao Senado no Rio Grande do Sul é marcada por um empate técnico, conforme os dados da Paraná Pesquisas. Três nomes aparecem com chances reais de ocupar essa posição, dada a margem de erro da pesquisa. São eles:
- Marcel Van Hattem (Novo): O deputado federal registra 26,9% das intenções de voto. Contudo, ele apresentou uma queda de 1,7 ponto percentual em comparação com o levantamento anterior.
- Rigotto (MDB): O ex-governador do estado figura com 24,3% da preferência do eleitorado.
- Paulo Pimenta (PT): O ex-ministro alcança 22,5% das intenções de voto.
A margem de erro do estudo é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, o que significa que os três candidatos estão estatisticamente empatados e qualquer um deles pode garantir a segunda posição na corrida eleitoral.

Detalhes da Pesquisa
O levantamento da Paraná Pesquisas foi realizado com 1.504 eleitores, abrangendo 67 municípios do Rio Grande do Sul. A metodologia empregada confere um grau de confiança de 95% aos resultados apresentados. A pesquisa está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-03898/2026, garantindo a conformidade com as normas eleitorais vigentes.

Contexto Eleitoral e Movimentações
A dinâmica observada na pesquisa reflete as movimentações políticas e o posicionamento dos candidatos no cenário gaúcho. O crescimento de Manuela d’Ávila e a queda de Marcel Van Hattem indicam uma mudança nas percepções do eleitorado, enquanto Rigotto e Paulo Pimenta mantêm-se competitivos na disputa. A proximidade dos percentuais entre os candidatos que buscam a segunda vaga sugere que a campanha eleitoral será intensa e que os próximos meses serão cruciais para a definição do cenário final.

“A ex-deputada Manuela d’Ávila (PSol) lidera com 33,6% das intenções de voto a disputa ao Senado pelo Rio Grande do Sul, indica a Paraná Pesquisas divulgada nesta sexta-feira (21/8). Para a segunda vaga, há um empate técnico entre três candidatos: o deputado Marcel Van Hattem (Novo), com 26,9%; o ex-governador do estado Rigotto (MDB), com 24,3%; e o ex-ministro Pimenta (PT), com 22,5%.”
A eleição para o Senado é fundamental para a representatividade dos estados no Congresso Nacional, influenciando diretamente as pautas legislativas e a destinação de recursos. O Rio Grande do Sul, um estado com forte tradição política, acompanha de perto esses números que começam a desenhar o futuro de sua representação.

O que isso significa para a região
Para o Norte Pioneiro do Paraná, o resultado das eleições para o Senado no Rio Grande do Sul, embora não afete diretamente a representação paranaense, é um indicativo da diversidade e das tendências políticas regionais no sul do Brasil. A composição do Senado Federal impacta decisões que reverberam em todo o país, incluindo políticas econômicas, ambientais e de infraestrutura. A eleição de senadores com diferentes perfis pode influenciar a forma como o Congresso aborda temas de interesse comum, como o desenvolvimento regional, a produção agrícola e a matriz energética, que são relevantes para ambas as regiões.
Leitura da LZ7 Energia
A composição do Senado Federal, com a eleição de representantes de diferentes estados, tem um impacto direto nas políticas energéticas nacionais. Senadores influenciam a legislação sobre fontes de energia, incentivos fiscais para energias renováveis como a solar, e a regulamentação do setor elétrico. A eleição de candidatos alinhados com pautas de sustentabilidade e desenvolvimento de novas tecnologias pode acelerar a transição energética no Brasil, beneficiando empresas como a LZ7 Energia e impulsionando a adoção de energia solar em regiões como o Norte Pioneiro do Paraná. Decisões tomadas em Brasília sobre subsídios, financiamentos e marcos regulatórios são cruciais para a expansão do mercado de energia solar e para a economia local.
Fonte: Metrópoles — Nacional — matéria original publicada em metropoles.com. Imagens e vídeos: Metrópoles — Nacional. Texto apurado e reescrito pela redação da LZ7 Energia.
