A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Homicídios (DH) de Londrina, instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Mônica Leite Alcântara, de 41 anos. O incidente ocorreu na noite do último sábado, dia 26 de setembro, em uma residência localizada na Rua Centenário do Sul, no Jardim Lindóia, zona leste de Londrina.

Detalhes da Ocorrência e Investigação

De acordo com o depoimento do companheiro da vítima, Mônica Leite Alcântara teria passado mal dentro do quarto do casal enquanto os dois mantinham relações sexuais. Imediatamente, o homem acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). No entanto, ao chegar ao endereço, a equipe de socorristas constatou o óbito da mulher no local.

A situação ganhou um contorno mais complexo quando o médico responsável pelo atendimento se recusou a emitir o atestado de óbito no local. A decisão foi motivada por um histórico do casal que incluía relatos anteriores de violência doméstica e a recente retirada de uma medida protetiva. Essa informação levantou a necessidade de uma investigação mais aprofundada por parte das autoridades.

A perícia técnica foi acionada e compareceu à residência. Os peritos informaram que, em uma análise preliminar, o corpo de Mônica Leite Alcântara não apresentava sinais aparentes de agressão física ou marcas de luta, o que não indicaria, de imediato, um cenário de violência no momento do falecimento.

Histórico de Saúde e Ambiente

Familiares da vítima forneceram informações adicionais que podem ser relevantes para a investigação. Eles relataram que Mônica fazia uso contínuo de medicação para hipertensão, uma condição de saúde que pode estar relacionada a eventos cardíacos ou outras complicações. Além disso, os familiares mencionaram que o cômodo onde ela estava, o quarto do casal, apresentava uma temperatura elevada na noite do ocorrido.

A PCPR agora aguarda os laudos dos exames necroscópicos, que serão realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Londrina. Esses exames são cruciais para determinar a causa exata da morte de Mônica Leite Alcântara. Somente após a conclusão dos laudos, a Polícia Civil poderá prosseguir com as investigações de forma mais conclusiva, esclarecendo se o óbito foi de causa natural ou se há outros fatores envolvidos.

Próximos Passos da Polícia Civil

A Delegacia de Homicídios de Londrina seguirá com a coleta de depoimentos e a análise de todas as evidências disponíveis. O inquérito tem como objetivo principal elucidar todas as circunstâncias que levaram à morte de Mônica, garantindo que todas as possibilidades sejam investigadas de forma rigorosa e imparcial. A cooperação entre a PCPR, o IML e outras autoridades é fundamental para a resolução do caso.

“A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Homicídios (DH) de Londrina, instaurou inquérito para apurar a morte de Mônica Leite Alcântara, de 41 anos.”

O que isso significa para a região

Casos como o de Mônica Leite Alcântara, que envolvem investigações sobre mortes em circunstâncias que levantam suspeitas, são de grande importância para a segurança e a justiça na região de Londrina e, por extensão, no Norte Pioneiro do Paraná. A atuação diligente da Polícia Civil e do Instituto Médico Legal é fundamental para garantir a transparência e a elucidação dos fatos, trazendo respostas para a família da vítima e para a comunidade. A apuração completa de cada detalhe, desde o histórico do casal até as condições do ambiente e os resultados dos exames periciais, reforça o compromisso das instituições com a verdade e a aplicação da lei, contribuindo para a manutenção da ordem pública e da confiança nas forças de segurança.

Fonte: Tribuna do Norte — Campos Gerais — matéria original publicada em tnonline.uol.com.br. Imagens e vídeos: Tribuna do Norte — Campos Gerais. Texto apurado e reescrito pela redação da LZ7 Energia.