A corrida eleitoral para o Senado no Paraná, visando as eleições de 2026, começou a ganhar contornos iniciais com a divulgação da primeira pesquisa Quaest, encomendada pela RPC, afiliada da TV Globo no estado. O levantamento, tornado público nesta segunda-feira, 24 de agosto, apresenta um panorama das intenções de voto para as duas vagas que estarão em disputa, marcando o início da renovação de 54 das 81 cadeiras do Senado Federal.
No pleito de 2026, os eleitores paranaenses terão a responsabilidade de escolher dois senadores, e é fundamental lembrar que não será permitido votar no mesmo candidato duas vezes. A pesquisa Quaest, que avaliou tanto cenários espontâneos quanto estimulados, revela um cenário ainda bastante aberto e com um alto índice de indecisão entre o eleitorado.
Cenário da Pesquisa Espontânea
Na modalidade espontânea, onde os nomes dos potenciais candidatos não são apresentados aos eleitores, o índice de indecisão se mostrou expressivo. De acordo com o levantamento, 90% dos entrevistados ainda não souberam ou não quiseram indicar um nome para o Senado. Este dado sublinha a fase inicial da campanha e o desconhecimento de muitos eleitores sobre os futuros candidatos ou a própria dinâmica da eleição para o Senado.
Entre os nomes citados espontaneamente, os resultados foram os seguintes:
- Alexandre Curi: 1,1%
- Gleisi Hoffmann: 0,9%
- Roberto Requião: 0,6%
- Filipe Barros: 0,5%
- Deltan Dallagnol: 0,4%
- Sergio Moro: 0,4%
- Ricardo Barros: 0,3%
- Ratinho Junior: 0,3%
- Beto Richa: 0,2%
- Rosana Ratinho: 0,2%
- Outros nomes: 0,7%
- Branco/Nulo/Nenhum: 4,4%
- Não sabe/Não respondeu: 90,0%

Cenários Estimulados e Principais Candidatos
A pesquisa Quaest também apresentou cenários estimulados, nos quais os entrevistados recebem uma lista pré-definida de candidatos. Foram simulados dois cenários para as duas vagas em disputa, buscando captar as intenções de voto com maior clareza. É importante notar que alguns nomes podem aparecer em mais de um cenário, refletindo diferentes composições de chapas ou estratégias políticas.
Primeiro Cenário Estimulado
Neste primeiro cenário, os resultados para as duas vagas foram:
- Alexandre Curi: 15%
- Gleisi Hoffmann: 11%
- Filipe Barros: 9%
- Deltan Dallagnol: 9%
- Ricardo Barros: 7%
- Roberto Requião: 6%
- Sergio Moro: 6%
- Beto Richa: 5%
- Rosana Ratinho: 4%
- Professor Oriovisto Guimarães: 3%
- Mara Lima: 2%
- Branco/Nulo/Nenhum: 12%
- Não sabe/Não respondeu: 11%
Segundo Cenário Estimulado
No segundo cenário estimulado, com uma composição ligeiramente diferente de nomes, os resultados foram:
- Alexandre Curi: 15%
- Gleisi Hoffmann: 11%
- Deltan Dallagnol: 10%
- Filipe Barros: 9%
- Ricardo Barros: 7%
- Roberto Requião: 6%
- Sergio Moro: 6%
- Beto Richa: 5%
- Rosana Ratinho: 4%
- Professor Oriovisto Guimarães: 3%
- Mara Lima: 2%
- Branco/Nulo/Nenhum: 12%
- Não sabe/Não respondeu: 11%
Metodologia da Pesquisa
A pesquisa Quaest foi realizada entre os dias 19 e 22 de agosto de 2026, ouvindo 1.500 eleitores paranaenses. A margem de erro estimada é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. Isso significa que, se a pesquisa fosse repetida diversas vezes, em 95% dos casos os resultados estariam dentro dessa margem de erro. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PR-00000/2026.
O que isso significa para a região
Para o Norte Pioneiro do Paraná, os resultados desta pesquisa inicial são um termômetro importante sobre as figuras políticas que podem representar o estado no Senado. A presença de nomes com histórico de atuação em diferentes esferas políticas, como Alexandre Curi, Gleisi Hoffmann, Filipe Barros e Deltan Dallagnol, indica que a região poderá ter representantes com variadas pautas e propostas. A escolha dos senadores impacta diretamente a destinação de recursos federais, a criação de leis e a defesa de interesses regionais, como investimentos em infraestrutura, agricultura e desenvolvimento econômico. Acompanhar a evolução desses cenários é crucial para entender como as necessidades e aspirações do Norte Pioneiro serão levadas para o Congresso Nacional.
Leitura da LZ7 Energia
As eleições, e a escolha de representantes para o Senado, têm um impacto direto na formulação de políticas públicas que afetam o setor de energia. Senadores podem influenciar a legislação sobre fontes renováveis, incentivos fiscais para energia solar, e a regulação do mercado de energia. A eleição de candidatos alinhados com a transição energética e o desenvolvimento sustentável pode acelerar a adoção de energia solar no Paraná, beneficiando diretamente empresas como a LZ7 Energia e os consumidores da região. Decisões sobre a matriz energética nacional, a desburocratização para a instalação de sistemas fotovoltaicos e a criação de linhas de crédito para investimentos em energia limpa dependem, em grande parte, do perfil dos legisladores eleitos. Portanto, o acompanhamento do cenário político é fundamental para o planejamento e o crescimento do setor.
Fonte: G1 Paraná — Norte e Noroeste — matéria original publicada em g1.globo.com. Imagens e vídeos: G1 Paraná — Norte e Noroeste. Texto apurado e reescrito pela redação da LZ7 Energia.
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