O que aconteceu
A Associação Brasileira de Recursos Energéticos Distribuídos (ABGD) anunciou a nomeação de Roseane Santos como sua nova presidente-executiva. Ela assumirá o cargo em 1º de setembro, após um período de transição conduzido por Luiz Fernando Leone Vianna, que está interinamente na liderança da entidade desde 23 de janeiro.
A escolha de Roseane Santos visa fortalecer o papel da ABGD na modernização do setor elétrico brasileiro. O presidente do Conselho Deliberativo da ABGD, José da Costa Carvalho Neto, destacou a trajetória da executiva e sua abertura para o diálogo com os agentes do setor, ressaltando que sua chegada ampliará o protagonismo da Associação em temas que vão além da geração distribuída, incluindo a integração de recursos energéticos distribuídos e a construção de políticas públicas para a transição energética.
O que muda
Com a nova liderança, a ABGD pretende direcionar seu foco para uma nova etapa de desenvolvimento da geração distribuída. Segundo Roseane Santos, o objetivo não será apenas a expansão da capacidade instalada, mas também a incorporação de soluções que tornem o sistema elétrico mais inteligente, flexível e eficiente. Isso inclui a integração de tecnologias como armazenamento de energia, digitalização das redes e resposta da demanda.
A executiva enfatiza a importância de construir um ambiente regulatório que estimule a inovação, os investimentos e beneficie tanto os consumidores quanto o desenvolvimento do país, posicionando a ABGD para liderar esse debate.
Quem é afetado
A nomeação de Roseane Santos e a nova direção estratégica da ABGD impactam diretamente:
- Consumidores de energia: A busca por um sistema elétrico mais inteligente e eficiente pode resultar em novas soluções e maior flexibilidade no consumo.
- Empresas do setor de energia solar e distribuída: O foco em inovação e na integração de novas tecnologias pode abrir novas oportunidades de negócios e investimentos.
- Produtores rurais: Beneficiários da geração distribuída, podem ser impactados por um ambiente regulatório que estimule ainda mais a adoção de tecnologias e a eficiência energética.
- Setor elétrico brasileiro: A agenda de modernização e a busca por um ambiente regulatório que estimule a inovação afetam a estrutura e o futuro do mercado de energia.
Por que isso importa
A experiência de Roseane Santos, que inclui mais de 20 anos no setor elétrico e de infraestrutura, com atuação em regulação, inovação e transição energética, é vista como um diferencial. Ela foi conselheira de Administração e diretora da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), e atuou em empresas como Neoenergia e Âmbar Energia, desenvolvendo projetos em áreas como comercialização de energia, ESG, armazenamento e descarbonização.
Essa experiência é crucial para a ABGD em um momento em que a geração distribuída se consolida como um motor de transformação. A liderança de Roseane pode impulsionar debates sobre políticas públicas e o arcabouço regulatório necessário para integrar tecnologias avançadas e maximizar o potencial dos recursos energéticos distribuídos na transição energética do Brasil.
Visão LZ7
A chegada de Roseane Santos à ABGD sinaliza um movimento importante para o setor de energia distribuída no Brasil. A LZ7 Energia, como parte ativa desse mercado, vê com otimismo a priorização da modernização e da integração tecnológica. Um sistema elétrico mais inteligente e flexível, com o apoio de um ambiente regulatório que estimule a inovação, é fundamental para o crescimento sustentável da energia solar e para a descarbonização da matriz energética brasileira. A experiência da nova presidente em regulação e inovação é um ativo valioso para o avanço das pautas que beneficiam tanto grandes empresas quanto o consumidor final e o produtor rural.
O que acompanhar agora
É importante observar as primeiras ações da nova presidente-executiva a partir de 1º de setembro. Acompanharemos os debates regulatórios e as propostas da ABGD relacionadas à integração de novas tecnologias, como armazenamento de energia e digitalização das redes, bem como o desenvolvimento de políticas públicas que apoiem a transição energética e a geração distribuída no Brasil.
