Em meio ao cenário eleitoral para o governo do Paraná, o candidato Requião Filho (PDT) apresentou uma proposta que promete impactar diretamente o setor produtivo do estado. A iniciativa prevê a isenção total de impostos para as micro e pequenas empresas paranaenses, com um prazo estabelecido até o ano de 2033. O objetivo central da medida, conforme declarado pelo próprio candidato, é fomentar a geração de empregos e dinamizar a economia local.
Proposta de Isenção Fiscal em Detalhes
A proposta de Requião Filho estabelece que as micro e pequenas empresas do Paraná seriam desoneradas de impostos até 2033. A escolha desse horizonte temporal não é aleatória, alinhando-se ao período em que a reforma tributária nacional deverá estar plenamente implementada. A justificativa para tal medida reside no reconhecimento do papel estratégico que esses empreendimentos desempenham na estrutura econômica e social do estado.
De acordo com o candidato, embora a contribuição dessas empresas para a arrecadação fiscal seja proporcionalmente menor, elas são as grandes responsáveis pela manutenção e expansão do mercado de trabalho. Essa dinâmica, segundo Requião Filho, faz com que o incentivo fiscal se traduza diretamente em benefícios para a população e para o desenvolvimento econômico do Paraná.
“Sete em cada dez empregos do Paraná hoje são de pequenas e microempresas. Zerar o imposto dessas pequenas e microempresas até 2033, que é quando estará instaurada a reforma tributária na sua totalidade, é garantir emprego no Paraná, é garantir salário no Paraná, é garantir a movimentação da economia”, afirmou Requião Filho.
A declaração do candidato sublinha a crença de que a desoneração tributária para este segmento empresarial não apenas alivia a carga financeira sobre os negócios, mas também os capacita a investir mais, contratar mais e, consequentemente, injetar mais recursos na circulação econômica do estado.

Impacto Esperado na Economia e Empregos
A iniciativa de Requião Filho visa, portanto, criar um ambiente mais favorável para o crescimento e a sustentabilidade das micro e pequenas empresas. Espera-se que a redução da carga tributária permita que esses negócios reinvistam seus lucros, expandam suas operações e, crucialmente, gerem novos postos de trabalho. A lógica é que, ao diminuir os custos operacionais, as empresas teriam mais capital disponível para inovação, modernização e contratação de pessoal.
O foco nas micro e pequenas empresas é estratégico, dada a sua capilaridade e o volume de mão de obra que absorvem. No Norte Pioneiro do Paraná, assim como em outras regiões do estado, esses negócios são a espinha dorsal de muitas comunidades, movimentando o comércio local, os serviços e a pequena indústria. A proposta busca, assim, fortalecer essa base, que é essencial para a resiliência econômica regional.
Contexto da Reforma Tributária
A menção à reforma tributária, que deve ser totalmente instaurada até 2033, posiciona a proposta de Requião Filho dentro de um panorama fiscal mais amplo. Ao alinhar a isenção até essa data, o candidato sugere uma transição suave para um novo regime tributário, garantindo que as micro e pequenas empresas não sofram um impacto negativo durante o período de adaptação às novas regras fiscais que virão com a reforma.
Este alinhamento temporal pode ser visto como uma tentativa de oferecer previsibilidade e segurança jurídica para os empresários, permitindo que planejem seus investimentos e operações com uma visão de longo prazo, sem a incerteza de mudanças abruptas na política fiscal.
O que isso significa para a região
Para o Norte Pioneiro do Paraná, uma proposta como a de Requião Filho pode ter um significado profundo. A região, caracterizada por uma forte presença de pequenos e médios negócios em diversos setores, desde o agronegócio até o comércio e serviços, poderia experimentar um impulso significativo. A redução da carga tributária para micro e pequenas empresas pode liberar capital para investimentos locais, modernização de equipamentos e, principalmente, a criação de mais empregos. Isso poderia ajudar a reter talentos na região e atrair novos investimentos, fortalecendo a economia local e aumentando a renda disponível das famílias. Em um cenário onde a geração de empregos é uma prioridade, especialmente para os jovens, essa medida poderia ser um catalisador para o desenvolvimento regional.
Leitura da LZ7 Energia
A proposta de desoneração fiscal para micro e pequenas empresas, como a apresentada por Requião Filho, pode ter um impacto positivo indireto no setor de energia solar. Com a redução dos custos tributários, as empresas teriam mais capital disponível para investir em modernização e sustentabilidade. Isso inclui a possibilidade de adotar fontes de energia mais limpas e econômicas, como a energia solar fotovoltaica. No Norte Pioneiro do Paraná, onde a LZ7 Energia atua, um aumento na capacidade de investimento das empresas locais poderia impulsionar a demanda por sistemas fotovoltaicos, contribuindo para a redução da conta de luz desses negócios e para a sustentabilidade ambiental da região. A economia gerada com a energia solar, somada à isenção de impostos, criaria um cenário ainda mais favorável para a competitividade e o crescimento dessas empresas.
Fonte: G1 Paraná — Norte e Noroeste — matéria original publicada em g1.globo.com. Imagens e vídeos: G1 Paraná — Norte e Noroeste. Texto apurado e reescrito pela redação da LZ7 Energia.
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