O cenário eleitoral para o Senado no Paraná apresenta uma nova configuração, com o presidente da Assembleia Legislativa do estado, Alexandre Curi (Republicanos), alcançando a liderança na disputa pela primeira vaga. Dados de uma pesquisa divulgada pelo Instituto Índice neste sábado (22) indicam Curi com 21,09% das intenções de voto, posicionando-o à frente de nomes como Gleisi Hoffmann (PT) e Deltan Dallagnol (Novo).
Curi na Frente: Disputa Acirrada pela Primeira Vaga
O levantamento do Instituto Índice revela que Alexandre Curi (Republicanos) desponta na liderança com 21,09% das intenções de voto para a primeira vaga ao Senado. Ele é seguido de perto por Gleisi Hoffmann (PT), que registra 19,92%. Em terceiro lugar, Deltan Dallagnol (Novo) aparece com 19,51%.
A pesquisa aponta uma competição intensa, com a diferença entre o primeiro e o terceiro colocado sendo de apenas 1,58 ponto percentual. Esta margem está dentro da margem de erro do estudo, que é de 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos, indicando um cenário de grande indefinição e que qualquer um dos três primeiros pode estar na liderança.
Na sequência dos candidatos, Filipe Barros (PL) figura com 16,05% das intenções de voto. Cristina Graeml (PSD) registra 7,02%, enquanto Dr. Rosinha (PT) tem 2,18%. Karen Guerreiro aparece com 0,91%, Joaquim do MLB com 0,26% e Marcelo Marcelino com 0,01%.
Os votos em branco, nulos ou em nenhum dos candidatos somam 7,31%. Outros 5,74% dos entrevistados declararam não saber ou não responderam à pergunta sobre a primeira vaga.
Cenário para a Segunda Vaga e Pesquisa Espontânea
O Instituto Índice também realizou uma sondagem específica para a segunda vaga ao Senado, questionando os eleitores separadamente. Neste cenário, a distribuição das intenções de voto foi a seguinte:
- Branco, nulo ou nenhum dos candidatos: 16,24%
- Dr. Rosinha: 14,88%
- Filipe Barros: 14,79%
- Deltan Dallagnol: 13,92%
- Alexandre Curi: 10,02%
- Cristina Graeml: 8,02%
- Gleisi Hoffmann: 6,12%
- Não souberam ou não responderam: 14,59%
Na modalidade de pesquisa espontânea, onde nenhum nome é apresentado aos entrevistados, a maioria (71,49%) afirmou não saber ou não respondeu. Entre os citados, Deltan Dallagnol foi mencionado por 8,26% dos eleitores, Gleisi Hoffmann por 4,75%, Alexandre Curi por 4,02% e Filipe Barros por 2,12%. Os votos em branco, nulos ou nenhum somaram 4,13% neste tipo de levantamento.
Detalhes da Metodologia do Levantamento
A pesquisa do Instituto Índice foi conduzida entre os dias 17, 18 e 19 de agosto de 2026. Foram entrevistados 1.200 eleitores em diversas localidades do Paraná, buscando representar o universo eleitoral do estado.
O levantamento utilizou uma metodologia de amostragem probabilística, garantindo que a seleção dos participantes fosse aleatória e representativa. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, o que significa que, se o estudo fosse repetido diversas vezes, os resultados estariam dentro da margem de erro em 95% dos casos. A margem de erro máxima estimada é de 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos, conforme já mencionado.
O registro da pesquisa junto à Justiça Eleitoral foi feito sob o número PR-01754/2026, assegurando a conformidade com as normas eleitorais vigentes.
Impacto na Região do Norte Pioneiro
Para o Norte Pioneiro do Paraná, a movimentação política em torno das vagas ao Senado é de grande importância. A representatividade no Congresso Nacional é crucial para a defesa dos interesses regionais, a atração de investimentos e a alocação de recursos para infraestrutura, saúde, educação e desenvolvimento econômico.
Candidatos com forte ligação com o estado, como os que figuram nesta pesquisa, podem influenciar diretamente a capacidade da região de acessar programas federais e de ter suas demandas atendidas em Brasília. A escolha dos senadores impacta desde a legislação que afeta o agronegócio, pilar da economia local, até projetos de energia e conectividade que são essenciais para o avanço da região.
Leitura da LZ7 Energia
A eleição para o Senado, como demonstrado pela pesquisa, tem um impacto direto no desenvolvimento de infraestrutura e na formulação de políticas públicas que podem beneficiar ou prejudicar o setor de energia. A representatividade de senadores alinhados com a transição energética e o fomento a fontes renováveis, como a solar, é fundamental para o Norte Pioneiro. A aprovação de leis que incentivem a geração distribuída, a desburocratização de projetos e a oferta de linhas de crédito favoráveis são pautas que podem acelerar a adoção da energia solar na região, gerando economia para consumidores e empresas, além de contribuir para a sustentabilidade e a segurança energética local. A atuação dos eleitos no Senado pode, portanto, ser um catalisador para o crescimento do mercado de energia solar, impactando diretamente a economia e a qualidade de vida dos moradores do Paraná.
Fonte: NP Diário — Norte Pioneiro — matéria original publicada em npdiario.com. Imagens e vídeos: NP Diário — Norte Pioneiro. Texto apurado e reescrito pela redação da LZ7 Energia.
